Há cerca de sessenta dias, que teve início no povoado Chã da imbira uma série de assaltos e furtos de veículos automotores. Depois disso, a onda de roubo de motos só veio aumentar na região, principalmente as márgem da AL 220. Esta semana mais um trabalhador rural foi vítima de meliantes, que lhe atacaram enquanto trabralhava no campo. Para sorte da vítima, a moto pertencia a Industrial Porto Rico S/A, empresa onde o referido trabalha. Tais fatos está deixando os propietários de veículos altomotores preoculpados e a população faz um apelo a polícia civil que procure coibir estes acontecimentos.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Agricultor campoalegrense tem caminhonete roubada na Barra de São Miguel
O agricultor campoalegrense Marcelo Cavalcante Tenório, 33, teve sua caminhonete D-20, de cor azul e placa JLR-7378/AL, furtada, ontem, na Barra de São Miguel. A vítima contou que havia estacionado
o veículo para ir a praia das Conchas e quando voltou o carro não estava mais no local.
Marcelo Cavalcante prestou depoimento na Delegacia de Plantão (Deplan 1), no bairro do Farol, e contou ainda que os ladrões levaram ainda documentos, talões de cheques e cartões de crédito, que estavam no interior da caminhonete.
A polícia ainda não tem pistas da D-20. O caso será investigado pelos agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos.
o veículo para ir a praia das Conchas e quando voltou o carro não estava mais no local.Marcelo Cavalcante prestou depoimento na Delegacia de Plantão (Deplan 1), no bairro do Farol, e contou ainda que os ladrões levaram ainda documentos, talões de cheques e cartões de crédito, que estavam no interior da caminhonete.
A polícia ainda não tem pistas da D-20. O caso será investigado pelos agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Agora pedir a NOTA FISCAL vale créditos para você
Agora os consumidores terão mais um estímulo para pedir a nota fiscal. O governo de Alagoas lançou a campanha: " Minha NOTA VALE UMA NOTA" em que cada cidadão tem direito a receber de volta em sua conta corrente, no seu cartão de crédito, reduzir o IPVA do veículo ou até mesmo transferir o seu crédito para uma entidade filantrópica. Para participar é só fazer o seu cadastro no site da SEFAZ (Secretária da Fazenda) http://www.sefaz.al.gov.br/Ao efetuar suas compras, forneça o número do seu CPF e peça a sua nota ou cupon fiscal. Além disso cada participante ainda pode acompanha no referido site seus créditos. A medida visa acabar com a sonegação de impostos!
Collor e Lessa almejam voltar ao governo de Alagoas
Na linha dos governadores de Alagoas ainda vivos, somente dois têm chances reais de alcançar o Palácio República dos Palmares: Ronaldo Lessa e Fernando Collor de Mello.
O tempo se encarregou de esquecer Guilherme Palmeira, Moacir Andrade, Geraldo Bulhões, Divaldo Suruagy e Manoel Gomes de Barros. Os cinco, porém, ainda votados, a depender de suas posições.
A diferença entre Lessa e Collor é que ambos conhecem as angústias do fim de uma era de poder. Um dia, Collor era um ex-presidente da República. Tornou-se senador; um dia, Lessa era o único governador reeleito da história recente da República em Alagoas; hoje, é um funcionário comissionado do Ministério do Trabalho.
Mas, Collor vive um momento diferente. Em 2010, seu único inimigo real é o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), do qual, aliás, Collor não esconde ser opositor. E duas pesquisas circulando no Palácio mostram a fama ainda impopular do líder tucano. Vantagem para Collor.
E o senador pode ter também o apoio do prefeito Cícero Almeida (PP); do ex-deputado federal João Lyra (PTB). Seguem os ex-governadores: Guilherme Palmeira, Moacir Andrade e Manoel Gomes de Barros. Apesar da cisão entre Barros e Lyra. Seria uma nuvem, carregando Collor em seu centro.
Collor pode ter como vice João Lyra; Cícero Almeida, do qual Collor não confia; em uma tentativa reacender a carreira de um velho aliado, Guilherme Palmeira. Ele apoiaria a continuação de Renan Calheiros (PMDB) no Senado; convenceria João Tenório (PSDB) a batalhar por uma vaga a deputado federal.
Lessa também ostenta a vantagem do Governo Téo Vilela ainda impopular; é oposição aos tucanos; poderia ser vice de Heloísa Helena (PSOL); ou puxar o PT, em uma tentativa de alçar o deputado Paulo Fernando dos Santos (Paulão) a uma vaga a Câmara Federal e se lançar ao Governo tendo como vice o ex-vereador Thomáz Beltrão, hipótese, aliás, do PT a cabeça de chapa em 2010. Ao menos teria afinidade com a candidata petista ao Palácio do Planalto, Dilma Rouseff; Collor, desta vez, está com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
Nas duas pesquisas palacianas, Lessa nem aparece. E, para ele, não existe obrigação em se acreditar em pesquisas. Collor também não acreditava nelas.
Em uma suposta “traição política” a Collor, o senador Renan Calheiros (PMDB) pode fazer um acordo para carregar Lessa e se reeleger. E também na linha de traições, Cícero Almeida pode descartar Collor, para se apegar a Lessa. Afinal, o PDT está com um pé no Executivo. Pedro Alves, o articulador de Lessa, é um dos integrantes da era almeidista.
Desconsiderando as traições, Lessa pode ter problemas para se eleger a qualquer coisa. E se deixar o PDT, pode ser o suicídio político do ex-governador, porém, ele não é dado a esse tipo de coisa.
Felipe Ferreira [blog do odilon]
O tempo se encarregou de esquecer Guilherme Palmeira, Moacir Andrade, Geraldo Bulhões, Divaldo Suruagy e Manoel Gomes de Barros. Os cinco, porém, ainda votados, a depender de suas posições.
A diferença entre Lessa e Collor é que ambos conhecem as angústias do fim de uma era de poder. Um dia, Collor era um ex-presidente da República. Tornou-se senador; um dia, Lessa era o único governador reeleito da história recente da República em Alagoas; hoje, é um funcionário comissionado do Ministério do Trabalho.
Mas, Collor vive um momento diferente. Em 2010, seu único inimigo real é o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), do qual, aliás, Collor não esconde ser opositor. E duas pesquisas circulando no Palácio mostram a fama ainda impopular do líder tucano. Vantagem para Collor.
E o senador pode ter também o apoio do prefeito Cícero Almeida (PP); do ex-deputado federal João Lyra (PTB). Seguem os ex-governadores: Guilherme Palmeira, Moacir Andrade e Manoel Gomes de Barros. Apesar da cisão entre Barros e Lyra. Seria uma nuvem, carregando Collor em seu centro.
Collor pode ter como vice João Lyra; Cícero Almeida, do qual Collor não confia; em uma tentativa reacender a carreira de um velho aliado, Guilherme Palmeira. Ele apoiaria a continuação de Renan Calheiros (PMDB) no Senado; convenceria João Tenório (PSDB) a batalhar por uma vaga a deputado federal.
Lessa também ostenta a vantagem do Governo Téo Vilela ainda impopular; é oposição aos tucanos; poderia ser vice de Heloísa Helena (PSOL); ou puxar o PT, em uma tentativa de alçar o deputado Paulo Fernando dos Santos (Paulão) a uma vaga a Câmara Federal e se lançar ao Governo tendo como vice o ex-vereador Thomáz Beltrão, hipótese, aliás, do PT a cabeça de chapa em 2010. Ao menos teria afinidade com a candidata petista ao Palácio do Planalto, Dilma Rouseff; Collor, desta vez, está com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
Nas duas pesquisas palacianas, Lessa nem aparece. E, para ele, não existe obrigação em se acreditar em pesquisas. Collor também não acreditava nelas.
Em uma suposta “traição política” a Collor, o senador Renan Calheiros (PMDB) pode fazer um acordo para carregar Lessa e se reeleger. E também na linha de traições, Cícero Almeida pode descartar Collor, para se apegar a Lessa. Afinal, o PDT está com um pé no Executivo. Pedro Alves, o articulador de Lessa, é um dos integrantes da era almeidista.
Desconsiderando as traições, Lessa pode ter problemas para se eleger a qualquer coisa. E se deixar o PDT, pode ser o suicídio político do ex-governador, porém, ele não é dado a esse tipo de coisa.
Felipe Ferreira [blog do odilon]
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Lula e o Lulismo
Se não for atropelado por crises econômicas internacionais e nem se render a tentações golpistas por um terceiro mandato, Lula corre o risco de se consagrar como o maior presidente da República da história do Brasil. É o que indicam os aferidores de popularidade. A cada pesquisa que vem à tona, surpreendemo-nos com a generosidade dos números em favor de Lula. E nada o afeta. No Rio, por exemplo, a crise da dengue vitimou autoridades municipais e estaduais, mas não arranhou o presidente.Muitos tentam entender o fenômeno Lula. Há os que destacam os seus predicados pessoais, o carisma, a intuição, a sensibilidade etc. Outros preferem se amparar na sua mítica simbologia de nordestino pobre, líder operário e, finalmente, político consagrado. Ou seja, na trajetória de homem do povo que deu certo, de gente predestinada que saiu do ventre da fome para as mesas fartas dos palácios do mundo.
Lula teve a competência de fluir nesse ambiente de bonança. E teve ainda o dom de flutuar quando das ocasiões adversas. A rigor, nada lhe tisnou, com exceção parcial da crise do mensalão em seus primórdios. Mesmo esta ele acabou se desassociando. E olha que gente do seu partido e do seu governo meteu-se em encrencas de primeira grandeza. Nada contaminou o presidente, contudo. Certamente que, além da sua biografia e da sua capacidade de comunicação, a excelente maré econômica também o ajudou a sobreviver nesses terrenos pantanosos.
Faltam mais de dois anos e meio para Lula encerrar o seu mandato. Isto é, ainda falta muito tempo para avaliações mais definitivas. Muita coisa de bom e de ruim pode acontecer. O mundo está sob a ameaça de um boom inflacionário, pela escassez de alimentos. O problema energético encontra-se em pauta e o preço do petróleo dispara. O fantasma da bolha imobiliária nos Estados Unidos ainda não se dissipou totalmente. Ou seja, os sobressaltos estão no ar.
Em suma, a popularidade de Lula está em um patamar elevado. Há a possibilidade de uma crise vir a debilitá-lo, mas também nada indica, por ora, que isso irá ocorrer. Ou seja, nesse cenário de calmaria internacional e doméstica, a popularidade de Lula poderá inclusive aumentar.
Só o tempo permitirá um veredicto final sobre o duplo governo Lula. Uma coisa, porém, podemos constatar: o lulismo já entrou para a história – e pela porta da frente.
Fonte: Hudson Carvalho - Revista Enfoque Gospel
Cerca de 200 jóvens da AD Maceió visitam Campo Alegre
Mais uma vez a juventude da Assembléia de Deus no Farol, marcam presença no Bosque fazenda Belo Horizonte em nossa cidade, para desfrutar de momentos de lazer e de profunda presença de Deus. Na organização, pregadores de outros estados e psicólogos que abordarão temas super atuais que fazem parte do contexto da vida dos jovens. Parabéns a toda a equipe de organização e se você quer conferir alguns belos momentos do evento, é so visitar o link abaixo.
http://www.jneweb.com.br/conteudo/?Cod=701
http://www.jneweb.com.br/conteudo/?Cod=701
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Cícero Almeida tem o 3º maior salário do país

19,5 mil é o salário do prefeito de Maceió, que, até dezembro do ano passado, ganhava R$ 9,2 mil
No mesmo País cujo salário mínimo é de R$ 465 – já com o aumento aprovado recentemente –, as diferenças salariais são alarmantes. Entre os salários mais altos estão os dos políticos. Em Maceió, fevereiro começou com polêmica por conta de um invejável salário bem reajustado: o do prefeito da capital, Cícero Almeida (PP). No começo do seu primeiro mandato, ele ganhava R$ 9,2 mil. Hoje, após reajuste concedido pela Câmara de Vereadores, dezembro passado, ele ganha R$ 19.500 – o terceiro maior salário entre os prefeitos do Brasil (veja quadro abaixo). Cícero Almeida passou, também, a ganhar mais do que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que recebe R$ 11.240 mensais. E mais do que o governador do Estado, Teotonio Vilela Filho (PSDB), que recebe R$ 17.200 todo mês.
Fonte: Carla Serqueira- Reporte
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